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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

DOCUMENTÁRIO LIXO EXTRAORDINÁRIO

Nesta sexta-feira, dia 21 de janeiro, o documentário Lixo Extraordinário estreará nos cinemas de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Salvador. Produzido pela O2 Filmes e com direção da cineasta inglesa Lucy Walker e dos brasileiros João Cardim e Karen Harley, o filme mostra a visita do artista plástico Vik Muniz ao maior aterro sanitário do mundo, o Jardim Gramacho, no Rio de Janeiro. 

O artista foi ao aterro conhecer melhor a realidade dos milhares de catadores de material reciclável que trabalham ali e, ainda, fazer uma proposta de trabalho a eles: produzir uma série deobras de arte com o lixo coletado no local. 

Um dos trabalhos produzidos durante o projeto, que recebeu o nome de “Retratos do Lixo”, chegou a ser leiloado em Londres e toda a verba arrecadada com a venda da obra foi destinada a uma cooperativa de lixo que os próprios catadores criaram dentro do aterro. 

Filmado de 2007 a 2009, o documentário Lixo Extraordinário já foi apresentado ao público em ocasiões especiais, como o Eco Cine Sabesp (para saber mais, leia a reportagem EcoCine Sabesp e a transformação ambiental). Agora, chega aos cinemas com o apoio da Petrobras, por meio do PPC – Programa Petrobras Cultural. 

Vamos limpar nossas cidades?



Você repara na cidade suja e quer ajudar a deixa-la lima, mas pensa que todos poderiam fazer isso junto e melhorar ainda mais, certo? O pessoal do Limpa Brasil também pensa isso e te convida pra participar.
O movimento é inspirado no Let’s Do It, da Estônia e serve para organizar pessoas para limpar as ruas de seu país. Aqui no Brasil eles querem fazer uma maratona de 24 horas limpando ruas.
Ao todo são 14 metrópoles participando: São paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Curitiba, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, Manaus, Belém, Fortaleza, Goiânia, Salvador, Campinas e Guarulhos. A primeira será o Rio, dia 27 de março, ondeo IBGE estima que mais de 1,2 milhão de toneladas se espalham pelas praias e ruas a cada ano.
Então você já pode acessar o site do Limpa Brasil (www.limpabrasil.com) e se cadastra para ajudar no projeto, em diversas formas possíveis. Aí é só chamar mais amigos para todos se ajudarem no mutirão de  limpeza das cidades.

Fonte: ECO4Planet

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Carrinhos de supermercado viram árvore de Natal


Quem disse que carrinhos de supermercado só servem para levar compras? O designer Anthony Schmittdiscorda e foi com muita criatividade que ele criou duas árvores de Natal com o material. Atualmente, elas se encontram em Santa Mônica e em Emeryville, na Califórnia.
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Quem teve a ideia foi o designer Anthony Schmitt / Foto: Divulgação
As 86 peças montadas alcançam uma altura de 10 metros. “A árvore de carrinhos de supermercado simboliza generosidade e abundância, assim como o reconhecimento dos menos afortunados, os quais podem ter o mundo instalado em um carrinho”, disse Schmitt.
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A árvore tem dez metros e possui 86 carrinhos / Foto: Divulgação
Schmitt teve a ideia há 14 anos, a pedido do antigo proprietário do Edgmar (supermercado de Santa Mônica), Abby Scher, mas apenas em 2010 ela foi posta em prática.

Fonte: Eco4planet

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Copos ecológicos





Os copos ecológicos, feitos com um papel e um pequeno revestimento plástico, já existem em países asiáticos há pelo menos 10 anos. Agora, a tecnologia foi importada e o produto é feito no Brasil pela empresa Ecopos.

A caixa de 250 ecopos é ideal para empresas e lugares públicos.Os copos são uma espécie de envelope com nove centímetros de altura por seis de comprimento. A capacidade de cada um é de 65 mililitros. Além de diminuírem consideravelmente a quantidade de lixo produzida e de ocuparem menos espaço para armazenamento e transporte, os ecopos podem ser utilizados mais de uma vez.

Os produtos são feitos com papel de fibras virgens (para evitar qualquer tipo de contaminação do material) reflorestadas e sem corantes.

O gerente Stephano Shin comenta que como a embalagem é pequena, os ecopos podem também ajudar a evitar o desperdício de água.

“Muita gente enche copos e acaba não consumindo tudo. Com copos menores, isso acontece menos. E quem quiser, pode sempre repertir”, comenta Stephano.

Além disso, o gerente comenta que muitos clientes perguntam se é possível usar os copos para bebidas quentes. Como o copo é feito de papel e é fino, o líquido poderia queimar a mão de quem segurasse. Além disso, a empresa ainda não conseguiu aumentar a capacidade dos copos – se for maior, acaba não ficando firme o suficiente e pode desmontar.

Localizada em São Paulo, a empresa produz os ecopos convencionais e também pode imprimir a logo de empresas.


23 de novembro de 2010 | Escrito por Felipe Esotico

Revista Atitude Sustentável.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Qual é o nosso papel na coleta seletiva?




A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS – Lei 12.305/2010) traz o conceito de responsabilidade compartilhada. Esta Lei considera que os diversos atores, como empresas, indústrias, poder público e consumidores, são responsáveis pelo gerenciamento adequado dos resíduos sólidos. Compreendendo todo o ciclo de vida do produto, da sua produção, passando pela comercialização, consumo, posterior descarte e o manejo ambientalmente correto deste material.

E onde entra a coleta seletiva aí? Qual o papel que a coleta seletiva possui neste contexto?

Duas questões podem ser apontadas sobre esse aspecto.

A primeira é a diferenciação que a PNRS faz entre resíduos e rejeitos. Rejeito é um tipo de resíduo sólido que, esgotadas todas as possibilidades de tratamento e recuperação, não apresenta outra solução que não a disposição final em local ambientalmente adequado. Isto significa que os resíduos que não são considerados rejeitos não devem ser enterrados em aterros sanitários. Entre eles podemos citar o plástico, alumínio, papel, vidro e tantos outros materiais que podem e, agora, devem, ser destinados a coleta seletiva e posterior encaminhamento para as indústrias recicladoras.

Neste caso vale ressaltar que garrafa PET, latinha, caixa de papel e outros tipos de embalagens que descartamos como lixo, na verdade, são materiais recicláveis, fonte de renda de mais de duzentas mil pessoas no país e matéria-prima para a indústria.

Outro aspecto é a obrigatoriedade do poder público de implantar a coleta seletiva e, também, a nossa responsabilidade, enquanto geradores de resíduos, na separação do material reciclável em nossas casas.

Pela Lei, o poder público tem quatro anos para se adequar a esta nova realidade. A regulamentação desta legislação, que dirá exatamente como eles e nós devemos proceder, ainda está sendo elaborada dentro do Ministério do Meio Ambiente.

Podemos esperar quatro anos para assumir nossa responsabilidade. Ou podemos começar hoje mesmo. Que tal?

Seria muito melhor, não apenas para nós mesmos como para os nossos descendentes, se começássemos hoje a construir uma sociedade mais sustentável em termos ambientais, mas com implicações sociais e econômicas.

Então, o que podemos fazer?

Algumas cidades já possuem coleta seletiva. Outras não.

Já existem cooperativas de catadores de material reciclável em todo o país. Nas ruas das grandes cidades podemos encontrar esses profissionais separando do lixo comum o material reciclável. Encontre uma cooperativa perto de você e entregue os seus recicláveis para eles. No site da Recicloteca temos uma lista de cooperativas em todas as regiões do país.

Você sabe se a sua cidade já implantou a separação dos materiais? Já pesquisou sobre o tema no site da prefeitura? Se sua cidade possui coleta seletiva, verifique se ela atende toda a cidade, caso contrário, solicite isso. Se não possui, entre em contato com os órgãos responsáveis e demande a implantação da coleta seletiva.

Mobilize seus amigos, vizinhos e familiares. O envolvimento de todos possibilita a diminuição do impacto ambiental, a geração de renda para os catadores e cooperativas e o maior aporte de matéria-prima reciclável nas indústrias.
Fonte: Recicloteca

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Toronto Testa caminhão de lixo movido a.... lixo


A cidade de Toronto, no Canadá, começou a testar um novo caminhão de lixo movido a gás natural. O mais interessante é que o combustível do veículo será produzido com os mesmos resíduos que ele coleta. A cidade tem um biodigestor onde todo o lixo orgânico é concentrado. A decomposição desse material gera gás metano, um gás que contribui cerca de 20 vezes mais que o dióxido de carbono para o efeito estufa. Por isso, até pouco tempo, o metano produzido na usina biodigestora era queimado e, assim, transformado em dióxido de carbono e água. Mas essa é uma solução insatisfatória porque ele pode ser usado para produzir energia. Para isso, precisa ser processado até ficar semelhante ao gás natural. Isso passou a ser feito ao mesmo tempo em que a cidade experimenta novos caminhões que usam um motor a gás natural comprimido.

A produção de gás gerada pelos resíduos orgânicos deverá ser capaz de mover toda a frota local de quase 300 caminhões de lixo. Como o gás natural é muito menos poluente do que o diesel, usado até agora, o resultado líquido para o inventário de emissões de gases do efeito estufa de Toronto será equivalente a retirar 4 mil carros das ruas.


Fonte: Ecocidades

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Brasil recicla 98,2% de alumínio em 2009


O Brasil atingiu no ano passado mais um recorde de reciclagem de latas de alumínio. Foram reutilizadas 98,2% das latas vendidas.

Ao todo, 198,8 mil toneladas de alumínio, das 202,5 mil toneladas vendidas, foram recicladas.

Os dados constam do balanço da coleta do material divulgado ontem pela Associação Brasileira do Alumínio (Abal) e a Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alta Reciclabilidade (Abralatas). Com o resultado, segundo as entidades, o Brasil conquista pela nona vez consecutiva o posto do país com maior índice de reciclagem de latas do mundo.


Na comparação entre 2009 com o ano anterior, a quantidade de latas recicladas aumentou 19,9%. Em 2008, foram reutilizadas 91,6% das latas vendidas pela indústria, o que representa cerca de 165 mil toneladas.

Em 2009, a reciclagem das latas de alumínio movimentou R$ 1,3 bilhão. Deste total, R$ 382 milhões foram gerados só com trabalho de coleta do material.

“Se toda coleta de latas fosse feita por uma empresa só, ela estaria entre as mil maiores do país”, complementou Henio de Nicola, presidente da Abal, em entrevista coletiva em São Paulo.

Com a reciclagem do alumínio das latas, também foram economizados 2,9 mil gigawatts-hora (GWh). Com esta energia, seria possível atender à demanda anual de uma cidade como Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo, que tem 1,2 milhão de habitantes. [Info]

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Participe do Sábado D Reciclagem de Lixo Eletrônico.



Dia 06 de novembro no período das 9h30min às 11h30min e das 14h às 16h.

Confira os pontos de coleta:

- Avenida Getúlio Vargas em frente a Pittol Calçados.
- Avenida Getúlio Vargas em frente ao Banco Bradesco.


Durante o sábado, os alunos do Senac estarão passando nas empresas do comércio no centro de Chapecó para recolher os equipamentos.

Divulgue para seus colegas, separe o que você tem em casa e leve para a empresa.


O processo de coleta é gratuito, somente será cobrado o valor de R$ 5,00 por unidade em caso de monitores ou televisores, pelo custo de descontaminação e transporte.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Descarte certo



Com atitude e consciência, podemos combater o excesso de lixo tóxico que vem provocando danos à saúde do planeta

Sabe aquela geladeira antiga que você não usa mais? Ou mesmo os aparelhos eletrônicos deixados de lado? Ah, sem contar as pilhas e baterias aposentadas e os remédios vencidos? Se não bastasse a dúvida sobre o que fazer com essas coisas todas, ainda temos de tratá-las com cuidados especiais. “Por conterem substâncias tóxicas, quando descartados de forma incorreta no meio ambiente, esses e outros itens, como óleo de cozinha e lâmpadas, contaminam o solo e a água”, explica a doutora em engenharia química Carolina Afonso Pinto, formada pela Universidade de São Paulo (USP).

“Para quem não recebe água tratada, a opção é captar de rios ou do lençol freático através de poços artesanais. É aí que mora o perigo”, alerta. Como a maioria desses objetos ainda é eliminada junto com o lixo comum nos chamados “lixões”, o impacto é certeiro. “Não há nenhum controle sobre eles, o que amplia a proliferação de gases tóxicos e líquidos poluentes, como o chorume. O resultado são as doenças, além de solo e ar poluídos”, declara Jorge Tenório, professor titular de engenharia de materiais da Universidade de São Paulo (USP). Como isso pode se agravar e nos trazer problemas futuros? Basta olhar ao redor e ver a multidão de pessoas consumindo sem parar. E o pior: sem saber o que fazer com o que possuem. “Produzimos três vezes mais lixo eletrônico do que lixo comum, que já é insustentável ao planeta”, fala Heloisa Mello, diretora de operações do Instituto Akatu, em São Paulo.

“Consumimos 30% além do que o mundo pode renovar, por isso entramos em uma espécie de cheque especial para sobreviver”, conta Heloisa. Exagero? Não quando observamos a quantidade de novidades lançadas a cada dia. “O consumo hoje é descartável. Os produtos têm pouca durabilidade e essa troca é intensa e rápida”, completa. O alerta nos convida a uma reflexão sobre o futuro de nossas ações daqui para frente. “Não podemos deixar para quando sentirmos na pele o problema. É melhor prevenir do que ter de tomar medidas mais duras depois”, reforça Dinah Monteiro Lessa, diretora do Instituto Recicle, em São Paulo.

CONSUMO CONSCIENTE
Pare e pense em quantos objetos você compra, usa e joga for a diariamente. Saberia dizer quais eram realmente necessários? Você usou-os no mesmo instante ou só depois de semanas ou meses? Essas perguntas podem até parecer simples, mas ajudam muito na hora da decisão. “Devemos pensar no descarte assim que escolhemos o produto”, avisa Heloisa Mello. “O ideal é priorizar os que tenham durabilidade e uso imediato.

Além disso, dê preferência às empresas que os fabricam com sustentabilidade”, reforça Dinah Monteiro Lessa. Por exemplo, observar se as embalagens são feitas de materiais recicláveis e se a empresa as recolhe quando perdem a utilidade já ajuda nessa missão. “As pequenas atitudes individuais resultarão em grande diferença. Se cada um fizer a sua parte, a consequência será gigantesca”, ressalta Heloisa Mello.

O esforço de todos colabora e, com a nova lei de resíduos sólidos, o caminho começa a ser traçado de forma mais rápida. Agora, os fabricantes de eletrônicos, eletrodomésticos,lâmpadas, óleos lubrificantes, pilhas e baterias deverão recolher seus produtos após o término de sua vida útil. Nas páginas a seguir,você verá como descartar de forma adequada todos os tipos de lixo tóxico, incluindo os remédios. Veja aqui algumas indicações e consulte no site da revista Bons Fluidos uma lista mais ampla dos locais que recebem esses materiais.

CADA UM NO SEU LUGAR
PILHAS E BATERIAS
Se fizer um passeio rápido pela sua casa e visitar quartos, cozinha, sala e banheiro, talvez você não perceba que todos esses ambientes têm objetos que trazem algo em comum: pilhas ou baterias. Independentemente do tipo ou do tamanho, o estrago que esses itens causam à natureza e ao homem vem dos metais cádmio, chumbo e mercúrio. Quando entram em contato com o solo, a contaminação é certa e se estende às plantas e animais que vivem nesses locais. O mesmo raciocínio vale para nós, uma vez que, eventualmente, podemos ingerir alimentos contaminados em algum momento da cadeia produtiva.
Onde estão: controles remotos, filmadoras, máquinas fotográficas, telefones fixos e sem fio, celulares, mp3s, barbeadores, brinquedos, lanternas, rádios, notebooks, calculadoras, aparelhos de DVD, relógios e outros produtos que usem pilhas ou baterias comuns e recarregáveis.
Como descartar: envolva a pilha ou a bateria em um saco plástico, separando-o do lixo comum, e deposite em postos de coleta específicos.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Cidade multará morador que não separar o lixo doméstico



A cidade norte-americana de Cleveland decidiu incentivar os moradores a reciclarem seu lixo doméstico de uma forma peculiar: irá instalar latas de lixo “inteligentes” nas casas de 25 mil famílias e fiscalizar quem está jogando seus resíduos nos locais adequados. Mas não pense que a atitude é voluntária. Quem não colaborar com a iniciativa pode levar uma multa de US$ 100,00.

O programa funciona da seguinte forma: um chip instalado em cada coletor é capaz de medir a frequência com que o lixo é depositado no local. Caso os donos da casa deixem de jogar seus materiais recicláveis no recipiente adequado por algumas semanas, um representante da prefeitura irá revistar seu lixo normal em busca de recicláveis.

Caso o funcionário encontre mais de 10% de matérias como papel, plástico, vidro e metal misturados ao lixo comum, o morador poderá ser multado. A medida é baseada na ideia de que, se os moradores não estão jogando os materiais recicláveis no local adequando, é porque não os estão separando corretamente.

Com isso, essa espécie de “Big Brother da coleta seletiva” pretende reverter o quadro da reciclagem da cidade, que em 2009, enviou 220 mil toneladas de lixo para aterros sanitários e reciclou apenas 5.800 toneladas de materiais.

Além da preservação ambiental

E quem pensa que o motivo que levou a prefeitura a investir US$ 2.5 milhões nos equipamentos foi apenas preservação ambiental, está enganado. Segundo o comissário da coleta de lixo da cidade, Ronnie Owens, a intenção é transformar o que iria para o lixo em verba para o município.

Ele afirmou ainda que Cleveland paga U$ 30,00 por cada tonelada de lixo que precisa ser despejada em aterros, enquanto recebe U$ 26,00 por cada tonelada de recicláveis. “Nós queremos garantir que a cidade fique limpa”, disse Owens. “O objetivo das multas é ajudar-nos a mudar a atitude ou a percepção dos moradores de como as coisas devem ser feitas”, diz.

O programa da prefeitura, que começou em 2007 com 15 mil casas, pretende atingir 105 mil famílias nos próximos anos.

Fonte: Eco4planet

Você acha que essa atitude daria certo no Brasil?

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Plástico Sustentável À Vista!

A Brasken acaba de inaugurar sua fábrica de plástico verde (a partir do etanol da cana de açúcar) em Triunfo – RS. Essa unidade terá capacidade de produção de 200 mil toneladas/ano de plástico de etanol, cujas características são as mesmas do seu similar feito a base de petróleo.
Esse é apenas um dos movimentos do setor no desenvolvimento de uma química com base renovável. Segundo estimativas da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), os aportes das empresas químicas deverão somar US$ 20 bilhões nos próximos dez anos. Porém, segundo o documento Pacto da Indústria Química, divulgado em meados deste ano, esse volume pode ser aumentado se considerar a perspectiva de investimentos em Pesquisa e Desenvolvimento que podem chegar a mais US$ 32 bilhões.
Além do consumo próprio, a empresa pretende exportar a tecnologia para outras regiões do planeta (ainda não reveladas).
Segundo o Sr. Paulo Schirch, presidente do grupo Solvay, que é controlador da subsidiária Brasken, “Não existe esse tipo de PVC no mundo, as características do novo produto são idênticas ao normal. É uma nova maneira de se fazer o mesmo PVC”, resumiu o executivo.
Segundo especialistas do setor, as fontes renováveis não substituirão totalmente a petroquímica, mas terá seu espaço de substituição e ocupará uma boa parcela do setor químico.

Fonte: Jornal DCI