Páginas

sábado, 24 de novembro de 2012

Contabilidade ambiental




Atualmente todas as áreas de uma forma ou outra precisam estar relacionado as suas práticas à questões ambientais. Nesse sentido, na sua opinião, qual a importância da contabilidade ambiental para auxiliar uma empresa na busca pela sustentabilidade?

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Rios voadores.

Já ouviu falar sobre os rios voadores? Excelente vídeo explicando.


Kit inteligente para controle de energia elétrica



A General Electric (GE) desenvolveu um equipamento que promete auxiliar a redução do consumo energético nas residências. O sistema, apelidado de Brillion, permite o controle sobre os gastos de até 60% dos eletroeletrônicos de uma casa.
A tecnologia já estava disponível para empresas há um ano, mas somente agora a companhia norte-americana anunciou a comercialização no varejo, nas lojas Sears dos Estados Unidos. O sistema funciona de maneira bastante simples e prática e os consumidores podem conectá-lo também aos seus celulares.
O Brillion está centralizado no Núcleo, um dispositivo que recolhe os dados da energia que está em uso e na rede que abastece a residência, ou seja, ele é um medidor, que auxilia a controlar todos os equipamentos inteligentes, que dependem da energia para funcionar.
A central traduz em tempo real os dados energéticos em gastos monetários, tendo como base os custos da comercialização da energia que é distribuída através das redes pela companhia local. Todas essas informações podem ser consultadas direta ou remotamente por um aplicativo para iPhone.
Todos estes dados são transmitidos a outro dispositivo, chamado Brillion Energia Display, em que são disponibilizados diversos recursos para auxiliar os usuários a serem mais eficientes. O display envia mensagens, lembretes sobre manutenção, conservação, entre outras coisas.
Para Dave McCalpin, gerente de gestão de energia doméstica da GE, o equipamento funciona como “uma solução que permite a os consumidores conectados assumirem o controle de sua casa, ajudando-os a ter uma vida mais produtiva, poupando dinheiro”. Com informações do TreeHugger.
Redação CicloVivo

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Nova lâmpada dura 40 anos e economiza 90% de energia



Que tal passar décadas sem precisar trocar uma lâmpada? Uma empresa norte-americana desenvolveu a Firefly LED, uma luz que dura até 40 anos e economiza cerca de 90% da energia utilizada para iluminar os cômodos da sua casa.
No começo deste mês, a Firefly lançou um novo modelo em LED que pretende acabar com as constantes queimas e trocas de lâmpadas, e ainda reduzir, de forma significativa, os gastos com iluminação residencial e os problemas com os descartes de lâmpadas.
Desenvolvida no Texas, a longa duração do novo LED depende de uma tecnologia capaz de reduzir o calor que se forma ao redor da luz: um dissipador reduz a temperatura em 32%, prolongando a vida da lâmpada por até quatro décadas.
Não obstante, a Firefly, empresa responsável pela criação, também patenteou um sistema que permite que a lâmpada funcione com apenas 5% de sua capacidade energética, economizando uma grande quantidade de eletricidade.  
Caso seja necessário melhorar o desempenho da luz, deve-se apenas trocar o dispositivo de LED que fica dentro da estrutura, também fabricado pela empresa. Chamados de Smart LED, os pequenos dispositivos são fáceis de trocar e eliminam a preocupação de reciclagem, sempre associada às incandescentes, fluorescentes e até LEDs convencionais.
O sistema de iluminação desenvolvido pela Firefly pode ser utilizado não apenas por residências, como também por edifícios e empresas. O produto deverá custar cerca de US$ 35 (R$ 70). Embora o preço no mercado seja superior ao das lâmpadas convencionais, a tecnologia permite uma economia de eletricidade em até 90%, o que diminuirá as despesas de iluminação na conta de luz. Com informações do TreeHugger.
Redação CicloVivo

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Rede britânica de supermercados anuncia instalação de 69.500 painéis solares



Fonte: www.ciclovivo.com.br
A rede britânica de supermercados Sainsbury’s afirma que serão instalados 69.500 painéis solares em 169 lojas. A cobertura equivale ao mesmo espaço ocupado por 24 campos de futebol.
Ao todo, a Sainsbury’s possui 572 lojas no Reino Unido. O investimento em energia solar significa uma redução anual na emissão de 6.800 toneladas de gases de efeito estufa.
Para Justin King, o CEO da Sainsbury’s, o investimento tem um duplo benefício, ao mesmo tempo em que é bom para o ambiente é bom também para o negócio da empresa. Ele informou, em comunicado à imprensa, que mais painéis serão colocados nos supermercados.
A empresa não anunciou o investimento total do novo sistema, porém confirmou que a implementação continuará para cumprir seu plano de sustentabilidade. Os esforços serão realizados a fim de reduzir as emissões de carbono em 30% até 2020, de acordo com os valores de 2005.
Kink também estimulou que outras redes invistam em energia solar, uma vez que possuem ótimas condições de espaço para instalá-los. “Os supermercados têm áreas correspondentes às de campos de futebol nas suas coberturas, as quais muitas vezes não são aproveitadas”.
Os supermercados Sainsbury’s não se contentaram apenas em apostar na energia renovável. Eles também são fornecedores dos painéis solares. Os clientes podem obter esse produto nos próprios estabelecimentos e, além disso, têm à disposição uma consultoria sobre como poupar energia. Com informações do Wikienergia eGreensavers.
Redação CicloVivo

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

O meu planeta...


O meu planeta está em decadência pois cada vez mais o ser humano está destruindo os recursos naturais. Para o nosso planeta ficar melhor cada um deve fazer sua parte, por menor que seja. 
Devemos além de cuidar bem de tudo, separar o lixo pois assim ajudaremos a nós e aos outros, para poder fazer um mundo melhor para todos, dando equilíbrio do planeta e do lixo que produzimos.
Não podemos fazer o contrário, cada um deve ter a consciência de fazer tudo certo, como reciclar, não jogar lixo no chão, já que causa problemas enormes.
Se cada um fizer um pouco com certeza veremos diferença, afinal, está na hora de tirar o planejamento do papel e por em prática tudo o que desejamos para nosso futuro.


Construção coletiva "Dinâmica do apito" turma 99 do Jovem aprendiz - Senac Chapecó
Alunos: Cauana, Laura, Cristine, Angélica, Janaina, Daniel e Sabrina.

E na sua opinião, o que precisamos fazer de concreto para melhorar o "nosso planeta"?

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

É primavera....



Pois é..a primavera chegou..
E para comemorar essa deliciosa estação...uma música para agradar os ouvidos...
Vivaldi: Primavera (as quatro estações)


quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Desafio Santander Universidades



Copa de 2014 vai emitir mais de 11 milhões de toneladas de gás carbônico, aponta estudo



A Copa do Mundo de Futebol de 2014 vai resultar na emissão de mais de 11 milhões de toneladas de gás carbônico equivalente, de acordo com estudo divulgado na última segunda-feira (10) pela consultoria Personal CO2Zero. Além do próprio evento esportivo, o estudo considera a etapa de preparação, incluindo a construção e reforma de estádios, a infraestrutura do entorno e o deslocamento internacional.
A quantidade equivale a 46.946 hectares de floresta para sequestro futuro de carbono, cerca de 34,5% do Pantanal, ou ao consumo de energia de 181.254 domicílios brasileiros pelo período de um ano. “Nós estamos falando aí de um terço do Pantanal”, destacou Daniel Machado, consultor responsável pelo estudo, em entrevista à Agência Brasil.
De acordo com o estudo, entre as cidades mais emissoras estão São Paulo, Salvador, Natal e Rio de Janeiro. Juntas, elas respondem por 56,7% das emissões estimadas. A cidade que menos polui, de acordo com o relatório, é Recife.
Considerando somente os dias dos jogos no Brasil, os deslocamentos das delegações e do público dentro do país, as emissões alcançarão mais de três milhões de toneladas. Segundo o relatório, isso equivale a mais de 12 mil hectares de floresta ou a 9,3% do Pantanal.
O estudo considera que as 3,6 milhões de pessoas esperadas para a Copa, das quais 3 milhões são brasileiros e 600 mil estrangeiros, provocarão emissões de mais de 5 milhões de toneladas de gás carbônico equivalente.
“A nossa maior preocupação não é apenas citar que as emissões sejam dessa monta, mas, principalmente, auxiliar na busca de mitigação”, disse Machado, que pretende encaminhar o relatório ao Comitê Organizador Local (COL) da Copa de 2014 e para o Ministério do Esporte.
A sustentabilidade da Copa 2014 será debatida nos próximos dias 12 e 13, em Brasília, por representantes das 12 cidades-sede que apresentarão estudos de caso de sustentabilidade a partir das intervenções urbanas já em curso nos municípios.
De acordo com o relatório, a atividade da construção civil, por exemplo, englobando estádios, mobilidade urbana e infraestrutura em aeroportos, deverá responder pela emissão de mais de 5 milhões de toneladas de gás carbônico equivalente. Isso significa 40,9% do total de emissões ou 0,3% durante o evento. Para mitigar esse impacto, o estudo propõe o uso de matéria-prima alternativa e a adoção de processos produtivos mais sustentáveis. “A busca por materiais em raio inferior a 800 quilômetros do estádio pode fazer diferença”, disse Machado.
No caso dos transportes, o estudo aponta a utilização de biocombustíveis, em especial na aviação e, no longo prazo, investimentos no modal ferroviário. A previsão é que a área de transportes seja responsável pela emissão de 2 milhões de toneladas de gás carbônico equivalente, o que corresponde a 42,9% das emissões totais ou a 67,1% das emissões durante os jogos.
O relatório aponta ainda propostas na área da alimentação, como o fomento de alimentos orgânicos e locais. Na área de energia, o estudo defende o uso de fontes renováveis. “Quando a gente faz isso, a primeira preocupação é reduzir ao máximo possível essas emissões. O segundo passo é, sabendo quanto você emitiu ou está emitindo, neutralizar as emissões para tornar esta Copa um evento verdadeiramente sustentável. Ou sustentável com lastro”.
Outro dado levantado leva em consideração a vida útil dos estádios, considerando um período de 30 anos como parâmetro e o número de jogos que serão realizados no local. Nesse caso, o Castelão, em Fortaleza, com seis jogos, deverá ser o maior emissor da Copa, com 197,98 toneladas de gás carbônico equivalente. Já o estádio mais sustentável durante a Copa, de acordo com o relatório, será a Arena Pantanal, localizada em Cuiabá (MT). A previsão é de que sejam emitidos, neste caso, 37,70 toneladas de gás carbônico equivalente nos quatro jogos que sediará.
Por modais de transporte, o aéreo foi indicado como o maior agente de emissão durante a Copa, respondendo por 60% dos gases de efeito estufa. “Quando você considera as obras das arenas mais a infraestrutura, o transporte aéreo vai ser o segundo maior emissor, perdendo apenas para a construção civil”, ressaltou Machado.
Fonte: ciclo vivo
E você teria mais alguma sugestão que poderia ser feito para minimizar esses impactos?