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quarta-feira, 11 de junho de 2014

Nova direção assume no Comitê Chapecó Irani



Aconteceu no dia 26 de março, no auditório da Unoesc, a posse da Nova Diretoria do Comitê de Bacias dos Rios Chapecó/Irani.

A chapa eleita é composta pelos seguintes membros:

Clenoir Antonio Soares (Presidente), Ivan Tadeu Baldissera (Vice-Presidente), Sergio Prates de Oliveira (1º Secretário), Leandro Bassani (2ºSecretário). A comissão consultiva é composta por: Ricardo Lunardi (Titular), Américo Nascimento (Suplente), Vlademir Martarello (Titular), Karling Fernanda Schuster (Suplente), Paulo Utzig (Titular), Solange do Amaral Muller Suplente (AMNOROESTE), Rosangela Favero (Titular), Geciane Jordani (Suplente), Sadiomar Antônio Dezordi (Titular) e Romualdo Morelatto (Suplente).

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Pegada ecológica. Qual é a sua?

Você já calculou sua pegada ecológica? Quantos planetas precisaríamos ter se todos fossem como você?
Faça o teste e discuta seu resultado.

http://www.footprintnetwork.org/en/index.php/GFN/page/calculators/

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Falta de água em Chapecó e região


Foto: Notícias do Dia
Há alguns dias, diante do calor insuportável que assola nossos municípios, outra questão tem dificultado a vida das pessoas: a falta de água. 
No último domingo, dia 02, uma reportagem no jornal o dia, apresentou a situação que os moradores do Loteamento expoente enfrentam. Veja abaixo:

No domingo (02), por volta das 20h, a Polícia Militar de Chapecó foi acionada para verificar uma interdição de via na Avenida Nereu Ramos, na entrada do Loteamento Expoente, em frente ao Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC), em Chapecó.
No local, alguns moradores haviam montado uma barreira com pedaços de árvores, pneus, placas de sinalização e, em seguida, atearam fogo no material. A ação foi um protesto à Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan), pela falta de abastecimento de água por mais de três dias no loteamento.Na via, também haviam tijolos quebrados que teriam sido arrancados do IFSC. Várias guarnições de área, juntamente com o Pelotão de Patrulhamento Tático, estiveram no local para negociar a liberação da pista. As chamas foram contidas pelo Corpo de Bombeiro e os moradores dispersados. 
No dia 05/02 foi veiculada a reportagem a seguir na Band SC:

Em Chapecó, no Oeste do Estado, a situação está crítica. Nas torneiras vem só um pouco de água, nem o suficiente para as necessidades básicas como beber e fazer comida
A aposentada Augusta Nascimento é moradora do Bairro Seminário, em Chapecó, um dos mais afetados pela falta de água. Para lavar a louça ela coseguiu armazenar em alguns baldes e para o consumo da família foi buscar na casa de um filho.
Já a dona de casa Lurdes Maria Campagnolo chegou a sair da sua residência, pois ficou seis dias sem um pingo de água na torneira. Para o consumo ela comprou um filtro e também está comprando água para beber.
No Extremo-Oeste o abastecimento também está comprometido. Em São Miguel do Oeste, algumas residências e propriedades na zona rural estão sendo abastecida por caminhões pipa, mas o motivo naquela região é que choveu menos do que a média esperada para este início de ano.
Segundo a Casan, a estiagem também é a causadora da falta de água nos bairros mais altos de Chapecó e, por isso, a companhia de abastecimento não descarta a possibilidade de fazer rodízio nos locais afetados. Além disso, a recomendação aos moradores é evitar o desperdício de água até que o abastecimento seja normalizado.


Vejamos que essa situação ocorre seguidamente, ano após ano. Na sua opinião, o que poderia ser feito para minimizar este problema que é a falta de água em nosso município?


Distrito Federal inaugura primeiro supermercado sustentável

A Rede de Supermercados Super Maia inaugurou seu primeiro estabelecimento ecológico no Distrito Federal. Incorporando um conceito ambientalmente correto, a loja da cidade satélite de Sobradinho passou por uma reforma estrutural apostando na construção sustentável.
Entre as mudanças, o prédio tem reduzido o uso de ar-condicionado graças ao telhado térmico, em que uma camada de isolamento diminui o calor na área interna da loja. Além disso, a iluminação natural zenital, durante o dia, proporciona maior captação de luz, consequentemente, ganhos na economia de energia. Todas as lâmpadas são de LED, recicláveis e, além de não emitirem raios ultra-violeta, possui uma durabilidade 25 vezes maior do que as convencionais. Elas também não possuem mercúrio nem nenhum outro tipo de metal nocivo ao meio ambiente.

Também foi instalado um reservatório de água, que possibilita que o prédio realize captação da água da chuva e a utilize para diversas atividades, como lavagem de pisos e paredes. A área verde da loja, que envolve árvores, gramado e jardins, é irrigada com a água captada por este sistema. As torneiras foram confeccionadas para evitar o desperdício e o consumo de água.
A empresa também adotou equipamentos que utilizam gás carbônico para congelar alimentos e preservá-los. Estes refrigeradores não emitem gases nocivos à camada de ozônio como o clorofluorcarboneto (CFC), o conhecido “gás de geladeira”, que é um meio de retirar o calor que o equipamento produz.
Atuando em Sobradinho desde 2006, a empresa tem realizado diversas atividades com a comunidade desde então. Este ano, o Super Maia já deu início a um sistema de coleta e reciclagem de óleo, gordura e resíduos, além de vários pontos de coleta seletiva de lixo. As sacolas distribuídas na loja são de material oxi-biodegradável e todas as lojas adotaram a campanha para que os clientes evitem utilizar sacolas plásticas.

Fonte: Ciclo Vivo

Índice de reciclagem de embalagens Tetra Pak chega a 30%


Em 2013, mais de 71 mil toneladas de embalagens da Tetra Pak foram recicladas. O volume representa um incremento de 9%, se comparado a 2012. Segundo Fernando von Zuben, Diretor de Meio Ambiente da Tetra Pak, este número deve aumentar ainda mais com os avanços da implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos.
“Atualmente 30% de toda produção segue para a reciclagem, sendo que o gargalo da cadeia ainda está na coleta seletiva. No entanto, esta taxa é crescente e dobrou de volume nos últimos 10 anos”, completa Fernando.
Segundo a empresa, os investimentos em programas de educação ambiental, no desenvolvimento de novas tecnologias e nas indústrias recicladoras são os principais responsáveis por esta evolução. As 35 indústrias brasileiras que reciclam as embalagens longa vida da Tetra Pak geraram cerca de R$ 100 milhões em negócios em 2013.
Para continuar estimulando estes parceiros, já no início deste ano, a Tetra Pak deve instalar novos equipamentos, como centrífugas para secagem da matéria-prima. Além disso, a empresa também fornecerá prensas e balanças para cooperativas de catadores se aperfeiçoarem.
Como funciona a reciclagem
Nas fábricas de papel, um equipamento chamado hidrapulper agita as embalagens com água, hidratando as fibras de celuloses e separando-as do polietileno e do alumínio. As fibras de papel recicladas podem se transformar em caixas de papelão, tubetes, chapas, palmilhas, produtos em polpa moldada, entre outros.
O polietileno e o alumínio separados na indústria de papel são destinados à fabricação de placas e telhas para a construção civil. Outra alternativa é a extrusão e granulação desse material para a confecção de inúmeras coisas, como canetas, vassouras etc. O polietileno e o alumínio também podem ser submetidos à separação térmica. Com essa tecnologia, o polietileno é transformado em parafina, usado como combustível ou aditivo em lubrificantes e detergentes. Já o alumínio é recuperado na forma de pó ou lingotes de alta pureza, retornando para a indústria de fundição.
Fonte: Ciclo Vivo

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Lançamento do livro: Práticas em educação ambiental


Prezados amigos, colegas e alunos,


Na próxima sexta -feira estaremos realizando o lançamento do livro "Práticas em educação ambiental" de minha autoria e da professora Geisa Percio do Prado.

Será dentro do I Workshop de práticas em Educação ambiental.
Gostaria muito de contar com a participação de vocês, que fazem e fizeram parte do nosso aprendizado.

Inclusive este blog está no livro como uma das atividades Práticas.

Espero todos!!!!

Link para inscrição: evento gratuito e com certificação

http://www.unoesc.edu.br/eventos/chapeco/i-workshop-de-praticas-em-educacao-ambiental

abraços
Prof. Manú

I Workshop de Práticas em Educação ambiental

Inscrições:  http://www.unoesc.edu.br/eventos/chapeco/i-workshop-de-praticas-em-educacao-ambiental

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Gás de Xisto no Brasil também?

Olá pessoal,
Recentemente participei de um Seminário na Câmara de Vereadores sobre o Gás de Xisto, onde houve a excelente explanação do prof. Luiz Fernando Scheibe, que apresentou sobre esse assunto.

Você já ouviu falar sobre o Gás de Xisto, Fraturamento hidráulico?
Coiscidentemente ou não, assisti no último final de semana um filme que abordava exatamente essa preocupação.

Sendo assim, coloco uma matéria abaixo para iniciar nosso conhecimento e o filme que elucida um pouco dessa problemática.



Exploração das novas fronteiras de gás não convencional pode começar em 2014, mas não representa solução de curto prazo.
A petroleira Petra Energia comunicou na última quarta-feira (22/5) à Agência Nacional do Petróleo (ANP) mais uma descoberta de gás natural na Bacia de São Francisco, norte de Minas Gerais, aumentando a esperança dos entusiastas da exploração de reservas não convencionais de gás no Brasil.
As operações da Petra devem inaugurar a busca pelo gás de xisto, combustível apontado como a redenção para os problemas econômicos dos Estados Unidos, com a promessa de garantir a independência energética e a atração de uma série de investimentos industriais.
A empresa se associou à americana FTS International, especializada na tecnologia de fraturamento hidráulico, usada para extrair o gás de xisto, e pretende iniciar as atividades em 2014.
Especialistas consultados pelo Brasil Econômico, porém, sugerem cautela com as expectativas sobre a nova fronteira energética, que tem provocado grande polêmica ao redor do mundo devido aos riscos ambientais.
O consenso é que a nova fronteira não terá os mesmos efeitos positivos sobre o Brasil, que já tem grandes reservas de gás mas sofre com a falta de infraestrutura de transporte do produto.
"A situação do Brasil é completamente diferente dos Estados Unidos.Temos grandes reservas descobertas, mas não temos infraestrutura", diz o consultor Jean-Paul Prates.
A Agência Nacional do Petróleo (ANP) já anunciou que pretende licitar algumas áreas com potencial para gás não convencional em um leilão específico para busca por reservas de gás, previsto para o final do ano. Mas até agora, há uma série de questões regulatórias e ambientais a respeito do uso da tecnologia de fraturamento hidráulico ainda não respondidas.
"O assunto é novo e, por isso, estamos discutindo os impactos. Não podemos ainda dizer se vamos conceder licença ou não vamos", diz o analista ambiental Luciano Junqueira de Melo, da Superintendência Regional de Regularização Ambiental da região central de Minas Gerais, onde a Petra e a FTS devem iniciar as operações.
A advogada Maria Alice Doria, do escritório Doria, Jacobina e Gondinho Advogados, ressalta que as empresas interessadas na exploração de xisto podem ter dificuldades também para obedecer a diferentes marcos regulatórios, dos setores de petróleo, de mineração e das águas - uma vez que a perfuração de um poço consome entre 10 e 15 milhões de litros de água, o suficiente para encher entre 300 e 500 caminhões-pipa de grande porte.
Nos Estados Unidos, diz Prates, incentivos fiscais, décadas de dependência energética, estrutura legal regionalizada e, principalmente, o fato de de os proprietários de terra serem donos das reservas - e ganharem muito dinheiro com a exploração - facilitaram a difusão da polêmica tecnologia.
"O Brasil tem grandes descobertas de gás a desenvolver, como o pré-sal e a Bacia do Parnaíba, antes de pensar no gás de xisto", comenta o presidente da Energia do Rio, Luiz Costamillan.
De fato, a Petrobras estima que o Brasil chegará a 2020 com um excedente de 30 milhões de metros cúbicos por dia, o equivalente ao volume importado atualmente da Bolívia.
"Os grandes desafios do Brasil estão acima do solo, não são questões geológicas",afirma Costamillan, lembrando que, nos Estados Unidos, a extensa malha de gasodutos e a carga tributária contribuem para que o gás chegue mais barato ao consumidor. O território americano é cortado por 500 mil quilômetros de gasodutos, rede 50 vezes mais extensa do que a brasileira.
Além de pequena, a malha brasileira é dominada pela Petrobras, dificultando a entrada de novos agentes, diz Prates. Por falta de infraestrutura de transporte, as petroleiras preferem produzir energia com as reservas de gás, ao invés de vender à indústria, aproveitando-se da rede de transmissão de eletricidade. A extensão da rede é apontada pelo BNDES, em estudo sobre o tema, como uma das principais medidas para o barateamento do preço do gás no país.

Novo sistema de coleta de resíduo orgânico em Chapecó


Recentemente Chapecó conta com o novo sistema de coleta de resíduo orgânico. Abaixo apresento uma reportagem da Prefeitura Municipal explicando essa mudança.  Depois de já estar funcionando a mais de dois meses, quais suas percepções sobre esse sistema de coleta? Quais pontos positivos? Quais negativos?


Prefeitura de Chapecó inicia sistema pioneiro de coleta de lixo orgânico

Créditos: texto Vanessa Hubner / fotos Mauri Oliveira / divulgação PMA

Os 400 contêineres novos para o lixo orgânico começam a ser instalados na manhã desta quinta-feira (01) em Chapecó. Os recipientes de aço galvanizado são de tecnologia italiana e receberam a cor verde. Eles serão distribuídos no centro de Chapecó onde existe maior concentração de moradores (mapa da área de abrangência no folder em anexo). Os pontos foram definidos com base em um levantamento prévio realizado pela empresa que irá operar o sistema, a TOS – Obras e Serviços Ambientais Ltda. No projeto-piloto, cerca de 50 mil moradores serão beneficiados.

O recolhimento do lixo úmido será feito por caminhões compactadores, equipados com braços mecânicos. Sob o comando de um motorista, o sistema descarrega o conteúdo e deixa o contêiner no mesmo lugar. Em seguida, passa outro caminhão para fazer a higienização interna e externa com um jato d’água.

A poluição visual e ambiental, o entupimento de bueiros e alagamentos, o mau cheiro e os animais vasculhando o lixo são realidades que ainda existem e que a coleta automatizada busca solucionar. Logo, a eficiência do sistema vai depender da colaboração da população. “Estamos modernizando a coleta, contribuindo para tornar a cidade mais limpa, por isso é fundamental o compromisso do morador para a eficiência do processo”, destaca o Prefeito de Chapecó, José Caramori.

A coleta automatizada chega para reduzir a quantidade de lixo nas ruas, trazer eficiência, higiene, minimizar riscos à saúde pública e contribuir com o meio ambiente. Chapecó é o primeiro município de Santa Catarina a adotar o sistema - referência em grandes cidades da América do Sul e da Europa.

O novo sistema de coleta na área central não altera o recolhimento do lixo orgânico nos demais bairros da cidade, nem a coleta seletiva, do lixo reciclável, em todo o território municipal.

Os contêineres atuais, utilizados na coleta convencional e instalados no centro da cidade, serão usados agora na coleta seletiva. De forma gradativa, eles serão removidos, higienizados, pintados na cor laranja e instalados ao lado dos contêineres novos.

As lixeiras particulares instaladas nas calçadas e canteiros centrais devem ser retiradas pelos moradores até o dia oito de agosto, quinta-feira da próxima semana. Caso contrário, a Secretaria de Serviços Urbanos e Infraestrutura irá remover.

O investimento na nova tecnologia é de responsabilidade da empresa. Foram investidos R$ 4,8 milhões com o novo sistema. A ordem de serviço à empresa TOS foi assinada no dia 15 de julho.

Hoje são recolhidas por mês em Chapecó, aproximadamente 3.600 toneladas. Na área de abrangência da coleta automatizada, a empresa prevê um recolhimento mensal de aproximadamente 30% desse montante.

sábado, 11 de maio de 2013

Você joga aonde seu remédio vencido?


Hoje resolvi montar este post pois no mês passado me deparei com uma sacola cheia de medicamentos vencidos aqui em casa. E a pergunta, aonde colocar? No lixo comum, reciclável, no vaso sanitário? NÃO!

Sabemos que o ideal é destinar adequadamente. Por isso fui procurar aonde poderia jogar no nosso município e fiquei bem feliz. Em duas farmácias que passei encontrei a possibilidade de descartar minha sacola de medicamentos. Uma delas é o SESI em um programa de descarte correto que já mencionei uma vez no blog e outra farmácia é a Droga Raia, que tem um sistema inclusive muito legal, que você mesma pode ir separando as pílulas, do líquido e das embalagens.

Mas hoje também vi no Supermercado Celeiro (não sei se são em todos supermercados) uma caixa destinada a recolhimento de remédios vencidos. Que ótimo!


Se souber de outros lugares podem deixar seus comentários.

Resumindo, meus medicamentos já foram destinados adequadamente, já tenho mais uma sacola para entregar e desafio que você faça o mesmo!